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Seleção Brasileira de Canoagem tem maioria de atletas baianos na modalidade velocidade

A Bahia faz história na canoagem de velocidade brasileira. Quase todos os atletas da Seleção Brasileira nesta modalidade são baianos. O post Seleçã...

06/05/2024 às 15h26
Por: Redação Fonte: Secom Bahia
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Foto: Cathy Kasperbauer/Divulgação
Foto: Cathy Kasperbauer/Divulgação

A Bahia faz história na canoagem de velocidade brasileira. Quase todos os atletas da Seleção Brasileira nesta modalidade são baianos, incluindo Valdenice Conceição, 34 anos, a primeira mulher a garantir vaga para o Brasil nas Olímpiadas de Paris, na canoagem de velocidade. A atleta de Itacaré, mas morando hoje em Maraú, é mais uma do estado que teve apoio do Programa Bolsa Esporte do Governo da Bahia, executado pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) por meio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), sendo beneficiada no edital de 2021.

Atualmente, Valdenice faz parte do programa Bolsa Atleta do Ministério do Esporte, na categoria Pódio. Ela conquistou a quarta vaga da modalidade para a canoagem brasileira, nos Jogos de 2024, ao vencer a prova de C1 200m feminino com o tempo de 47s739, no Campeonato Pan-Americano de Canoagem de Velocidade e Qualificatória Olímpica das Américas 2024, realizado no mês passado, na Flórida/EUA.

Foto: Cathy Kasperbauer/Divulgação
Foto: Cathy Kasperbauer/Divulgação

Valdenice Conceição já havia protagonizado um feito inédito ao ser a primeira mulher a conquistar uma medalha de bronze no C1 200m, em 2015, e também um ouro, em 2017, na Copa do Mundo de Racice. Agora, está na expectativa da convocação para Paris 2024. A vitória no pré-olímpico garantiu a cota para o Brasil na modalidade, mas não a vaga para a atleta. A lista de convocados só será divulgada próximo aos jogos. “Pra mim, é gratificante ser a primeira mulher brasileira a conseguir uma vaga para o nosso país”, disse a atleta, que há 18 anos pratica a canoagem.

No total, o Brasil conseguiu conquistar seis vagas para os Jogos Olímpicos de Paris, um recorde no número de participação de atletas. É a delegação que conseguiu garantir o maior número de cotas olímpicas na história do esporte no país. As vagas são na categoria C1 200m feminino, C2 500 m masculino, K1 1000m masculino, K1 500m masculino, K1 500m feminino e, ainda, C1 1000m masculino conquistado no Mundial de 2023 pelo baiano e campeão olímpico, Izaquías Queiroz. Além da canoagem de velocidade, o Brasil conquistou duas cotas na canoagem Slalom. O país será representado, também, nos Jogos Paralímpicos com a Paracanoagem.

Projeto Remando em Águas Baianas

A conquista de atletas da canoagem como Valdenice é um estímulo para os mais de 500 jovens, de 08 a 18 anos, que participam do projeto Remando em Águas Baianas. Implantado em 2017, o projeto é fruto de convênio firmado pela Superintendencia dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb) com a Associação Cacaueira de Canoagem (ACC), que executa a ação com o apoio das associações de Canoagem de Itacaré (ACI) , Maraú ( AMC) e de Ubatã (AUEC).

Soma-se aos projetos de fomento na modalidade, a estrutura física de centros de canoagem construída pelo Governo do Estado, por meio da Sudesb/Setre, nos municípios de Itacaré, Ubaitaba, Ubatã, Camamu e Itajuípe. Outras estruturas para a modalidade já estão em construção em Ibotirama, Maraú e Santo Estêvão.

Atualmente, o projeto Remando em Águas Baianas conta com sete núcleos nos municípios de Camamu, Ubatã, Ubaitaba, Itacaré, Maraú e São Félix, Camamu e Itajuípe. Para o titular da Setre, Davidson Magalhães, o projeto é um exemplo de política pública inclusiva e de incentivo ao esporte de alto rendimento pelo Governo do Estado. “Este projeto é importantíssimo, vai revelar novos talentos e, principalmente, formar cidadãos”, disse.

O secretário lembrou que, nessa sexta-feira, o governador Jerônimo Rodrigues encaminhou à Assembleia Legislativa proposta de ampliação do percentual de desconto do ICMS de 3% para 5% para as empresas que apoiarem atletas baianos por meio do Programa Estadual de Incentivo ao Esporte Olímpico e Amador, o Faz Atleta. “São iniciativas fundamentais e a Bahia tem sido um exemplo não só na canoagem, como no boxe, bicicross, na natação e em outras modalidades”, completou.

Fonte: Ascom/Setre

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